por João De, Ilha Terceira - Açores, Junho de 2007
Quanto de mim tem partido
Quanto de mim tem chorado
Quanto de mim encontrado
Quanto por ti fui perdido
Lágrimas que calo em brisa
Cairam sem sofrimento
Foram guardadas em bolsas
Em bolsas de esquecimento
Bolsas essas debruadas
Com fitas de ilusão
De um abraço onde me encontro
Em templos de Salomão
Se pudera ser quem sonho
Entretanto e outra vez
Seria a nesga de um sonho
Seria eu outra vez!
João De (em jeito popular)